Seios nordestinos e poéticos
As flô de Puxinanã
(Paródia de As “Flô de Gerematáia” de Napoleão menezes) - Poeta Zé da Luz
Três muié ou três irmã,
três cachôrra da mulesta,
eu vi num dia de festa,
no lugar Puxinanã.
A mais véia, a mais ribusta
era mermo uma tentação!
mimosa flô do sertão
que o povo chamava Ogusta.
A segunda, a Guléimina,
tinha uns ói qui ô! mardição!
Matava quarqué critão
os oiá déssa minina.
Os ói dela paricia
duas istrêla tremendo,
se apagando e se acendendo
em noite de ventania.
A tercêra, era Maroca.
Cum um cóipo muito má feito.
Mas porém, tinha nos peito
dois cuscús de mandioca.
Dois cuscús, qui, prú capricho,
quando ela passou pru eu,
minhas venta se acendeu
cum o chêro vindo dos bicho.
Eu inté, me atrapaiava,
sem sabê das três irmã
qui ei vi im Puxinanã,
qual era a qui mi agradava.
Inscuiendo a minha cruz
prá sair desse imbaraço,
desejei, morrê nos braços,
da dona dos dois cuscús!

Cuscus… nunca tinha pensado dessa forma….
que bom que retornou…
bjos
Muito bom, muito bom!!!!! (E tô lendo Grandes Sertões, td a ver, o momento em q cheguei neste post!
Bisous
oiee, querido amante, oops amigo do peito. Qualquer dia desses farei um post em sua homenagem
bjus meus
Viva Zé da Luz, Viva os Cuzcuz.
Por onde anda o amigo que costumava postar aqui??
Saudade viu… muitas novidades
Beijos!
cara, mto bom seu blog. de mto bom gosto. parabéns.
quem sabe podemos fazer uma parceria interessante.
abraço.